A dança de salão propõe contato, relação, comunicação…
Com o objetivo de melhorar o diálogo entre cavalheiros e damas, preparei esta enquete. Aproveitem o espaço para soltar o verbo, falar tudo o que tem direito.
Dama, o que é um bom cavalheiro pra você?
Cavalheiro, o que é uma boa dama pra você?
Aguardem post conclusivo sobre este tema, onde, inclusive, deixarei minha opinião!
Não existe melhor maneira de começar o ano do que postar aqui no blog a divulgação deste espetáculo.
A Cia Aérea de Dança apresenta:
Samba-Dança Gafieira e coisa e tal…
De 22 de janeiro a 07 de fevereiro
Teatro Cacilda Becker
Rua do Catete, nº 338 | Catete – Rio de Janeiro
Informações: (21) 2265-9933
O espetáculo contará também com oficinas, vídeos, palestras e debates sobre o samba e a gafieira carioca, vale a pena conferir a programação!
Não perco esta oportunidade por nada, ainda mais depois de ter dado uma olhada na programação de oficinas e debates. Imperdível! Eu e Cayo já confirmamos presença!
Recomendo a leitura do texto “Transposição da Linguagem Coreográfica dos Salões para os Palcos” (1ª parte, 2ª parte e última parte) da Mimulus Cia de Dança e, ao mesmo tempo, gostaria de chamar a atenção para o trabalho que esta Cia desenvolve em Belo Horizonte. Confesso que sinto falta de trabalhos como este aqui no Rio, há poucas Cias com esta proposta.
A Mimulus Cia de Dança inova a partir de elementos da dança de salão. Para ilustrar, segue vídeo com trechos do espetáculo “Dolores”, inspirado na obra de Pedro Almodóvar.
O texto aborda a trajetória que a dança de salão percorreu até chegar aos palcos. Dando um tratamento profissional às produções, tendo influência de outras linguagens artísticas e uma visão inovadora, a dança de salão tem seu espaço em cena e a Mimulus Cia de Dança é um exemplo disso.
Espero um dia ter o prazer de assistí-los. Parabéns por desenvolver um trabalho tão bonito, sério e inovador.
Para começar essa postagem, devo dizer que a palavra em si já me dá arrepios. Como alguém vai me conduzir se não sou um carro, não tenho engrenagens, volante, freio e acelerador. E cadê meu motor? Meu Chassi?
Definitivamente não. Um verdadeiro cavalheiro não conduz. Se ele quer estar à frente da criação coreográfica da dança, que induza, que convide, sempre em sintonia com a sua dama.
Infelizmente o que ainda vejo por aí, é a velha estória do homem conduzir e a mulher se deixar conduzir. Talvez por falta de quem lhes ensine: “Ei moça, você pode criar, sabia?”
Daí quando falo isso, acorrem logo os tradicionalistas de plantão: “Só podia ser a Flávia, essa feminista tresloucada! Quer mudar a dança de salão!”